Prevenção: Governo distribui 228 mil repelentes para gestantes da Bahia

Mesmo após ter sido decretado o fim da emergência nacional em pública para os casos de zika e microcefalia, o combate ao mosquito transmissor da doença, Aedes aegypti, continuam firmes.

Em 2017, com a determinação do Ministério da Saúde (MS), começou a ser ofertada à população repelente para prevenção das doenças causadas pelo mosquito. O residual desse lote passou a ser distribuído pelo governo do estado em 118 municípios, por toda a Bahia.

“O estoque é suficiente para usar nos quatro primeiros meses do ano. Mesmo no momento em que não temos uma situação importante do zika registrada, a gestante deve usar, porque a presença viral é mais difícil de controlar, o que a gente busca controlar é a freqüência do vetor. Temos que estar sempre batendo nessa tecla da prevenção do mosquito e individual, principalmente das gestantes, através do uso do repelente”, explicou a sanitarista Akemi  Chastinet, diretoria de Vigilância Epidemiológica estadual.

De acordo com Akemi, as cidades escolhidas para distribuição tiveram como base critérios epidemiológicos. O material começou a ser distribuído desde dezembro do ano passado, e deve ser entregue ás mulheres grávidas até o fim deste mês.

O ideal é que o produto seja utilizado durante o verão, já que é o período de reprodução do vetor, com maior intensidade, até o início do outono.

Akemi chama a atenção para o risco que aumenta em gestantes no primeiro trimestre de gestação. O feto ainda está em formação e é mais vulnerável. Além do repelente, é aconselhável  se proteger com barreiras físicas, roupas longas são a opção ideal e devem ser usadas por toda a gestação.

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